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# Posté le mardi 31 mai 2005 04:15

Modifié le mardi 01 septembre 2009 13:08

Histoire / Historia

Histoire / Historia
L'histoire de Moita se combine avec c'elle de la freguessia de Moledo, concelho de Castro-Daire. Ci dessous l'historique.

A historia da Moita vai de par com a da freguesia de Moledo, concelho de Casro-Daire. Mais abaixo podera ler a historia.

A sul e sudeste da vila de Castro Daire, de que dista oito quilómetros, confrontando com os limites dos concelhos de S. Pedro do Sul e Viseu, estende-se por uma área de 4 383 hectares, que abrange os seguintes lugares principais: Adenodeiro, Água de Alte, Balteiro, Casais do Monte, Cela, Coura, Covelo de Paiva, Lamas, Moita, Nogueirinha, Quinta da Clara, Quinta da Corte e Vila Meã. Sendo a segunda freguesia em território, é a terceira em população, no todo do concelho. A freguesia tem 2 500 habitantes.
Moledo está situada "em um baixo, entre montes ao redor com outeiros levantados e agrestes, cobertos de matos de urzeira, carquejas, medronheiros e giestas, e cheios de pedras que em algumas partes são fragas grandes, e são terras incultas, com mais de meia légua de largueza sem cultura" escrevia o abade da freguesia, de 1758, que caracteriza ainda aqueles lugares como "terras miseráveis, de pouca cultura", cortadas de serras onde vagueavam lobos, raposas e texugos.
O cultivo era então muito reduzido: ao longo dos poucos ribeiros, trigo, centeio, milho, a castanha, algum vinho verde, "mas tudo em pouca abundância, que não chega para sustento dos moradores".
Pouco mais de duzentos anos à frente, já Alberto Correia ("Castro Daire Roteiro Turístico") caracterizava assim a freguesia:
"Moledo, aldeia que se estende ao longo do vale abrigado entre as serras de S. Lourenço, ao nascente, e a de S. Salvador, mais a poente".
A igreja matriz de Moledo é um excelente monumento em cantaria talhada dos finais do século XVIII. O estilo é o rococó e o prospecto exterior salienta-se pela torre cimeira adoçada à esquerda do corpo principal. No interior, destacam-se três retábulos em talha dourada e uma imagem policromada seiscentista, em pedra d'ançã, representando Nossa Senhora de Moledo.
Outras capelas existem nos lugares de Coura e de Moita. A primeira é da invocação de Nossa Senhora da Conceição, integrada num ambiente característico pela sua arquitectura de grossos blocos graníticos. A segunda, na Moita, é dedicada a S. Francisco, o protector das raparigas solteiras. Ali, um bonito alpendre abriga o púlpito em pedra. Quanto ao pitoresco lugar de Lamas, é assim descrito por Alberto Correia, a quem de novo recorremos:
"Lamas fica sobre plaino desabrigado e soalheiro. Há um espaço de cultivo basto, há longos bardos de videiras. (...) É um mundo de granito fortemente presente nos muros de habitações, nos cômoros de suporte, nas paredes que limitam os caminhos vicinais. (...) Em Lamas há uma gigantesca pedra, classificada como imóvel de interesse público, com uma inscrição cujos caracteres estão gravados em latim e dialectos celtas. A sua natureza é de ex-voto, expressão de vontade de dois romanos, Rufino e Tiro, que sacrificaram a um deus desconhecido".
Este território teve, de facto, ocupação remotíssima, e a presença romana está claramente documentada. À vista de Lamas, o ponto mais alto (a 785 metros) de um outeiro a que, em tempos, chamaram castelo de Menha ou castelo de Maga, e hoje conhecido como serra ou alto de Maga, está coroado por um castro em que, cerca de 1630, Manuel Botelho Ribeiro descortinava "vestígios e sinais de muros de pedra tosca com sua barbacã, onde estava o presídio romano, por onde podiam passar os exércitos seguramente, ajudados do socorro daquele forte". O mesmo autor escreve, a respeito do outeiro de S. Lourenço: "Outro havia mais notável, que estava adiante no mais alto desta serra, e chama-se hoje S. Lourenço, porque esteve no meio dele a ermida deste santo que se mudou depois para o lugar de Casais do Monte, que está perto. Este outeiro foi murado em redor com pedra tosca de quinze palmos de largura, cheio ainda e arrasado de terra. Tinha barbacã, e o castelo mais alto era em uma rocha".
Moledo pertenceu ao antigo concelho de Mões até à extinção deste, em 24 de Outubro de 1855. Passou desde então a integrar o concelho de Castro Daire. Nos dias de hoje, a maioria da população activa da freguesia dedica-se predominantemente à agricultura, ao comércio, à exploração de pedreiras e à avicultura. Qualquer destas actividades mantém ocupada muita mão-de-obra: a agricultura continua a absorver bastante gente; a avicultura, revelando-se bastante compensadora, levou à proliferação de aviários; as pedreiras, entre Cela e Lamas, exploradas quer por empresários locais quer por firmas vindas de longe, têm sido fonte de bom rendimento.
De grande representatividade são também as actividades ligadas à madeira, aliás a exemplo do próprio concelho que encontra na serração de madeiras a sua principal indústria. A grande transformação tecnológica deu-se com a chegada da máquina a vapor, já em meados deste século. A primeira serração mecanizada de Moledo, foi instalada em 1965 no lugar da Moita. Uma "Clayton", com um motor acoplado de 45 cavalos, passou a fazer girar as serras. Em 1974, a máquina a vapor seria substituída por um motor a diesel e mais tarde iria parar à sucata, mas o motor primitivo, permanece na fábrica como símbolo de uma tecnologia passada.

# Posté le mardi 31 mai 2005 04:20

Modifié le vendredi 10 juin 2005 04:20

Saint Patron du village : Saint François de Assise / Santo Padroeiro da aldeia Sao Francisco de Assis

Saint Patron du village : Saint François de Assise / Santo Padroeiro da aldeia  Sao Francisco de Assis
Pograma da moita 2008 clica aqui

Saint François d'Assise,saint des pauvres et protecteur des animaux
Fêtes le : 4 de Octobre
Fêtes du village : deuxième dimanche de août
Né à Assise (en Italie) en 1181, d'où l'appellation "François d'Assise", François est issu d'une famille riche. Il vit comme tous les jeunes de son âge et de son époque diverses expériences : les fêtes, les escapades et même la guerre durant laquelle il est fait prisonnier et souffre de maladie. Durant sa convalescence, il ressent une insatisfaction profonde face à la vie. Il cherche, il regarde autour de lui mais il reste sans réponse...

Un jour en écoutant un passage de l'Évangile, il lui vient une réponse à ce qu'il cherche : passer sa vie à aimer toute la création. Il transforme alors sa vie, il se fait pauvre, se soucie d'annoncer les messages de joie, d'espoir et d'amour contenus dans la Bible, et de porter la paix aux gens et à toute la Création. Il s'habille d'un vêtement gris et se ceint la taille d'un cordon. Il porte ainsi le vêtement du pauvre de son époque.

Toute sa vie, il fait la promotion de la solidarité aux pauvres, aux démunis, aux marginalisés. Il dénonce les injustices et s'oppose à toute appropriation. C'est dans la prière qu'il trouve toute sa force pour aimer et pour aider les autres. Un jour, il réalise que toute la Création forme une grande famille, une sorte de fraternité universelle. Il invite tous les humains à l'amour mutuel et au respect de notre mère la Terre, notre soeur la Lune, notre frère le Soleil...
Au terme de sa vie, il rédige ce qu'on appelle le "Cantique du frère Soleil" qui est l'aboutissement de ses enseignements sur le respect et l'amour que tous les humains doivent porter envers toutes les créatures de Dieu. Il rejoint ainsi les préoccupations de ceux et celles qui se soucient de la défense de la nature, des animaux et de l'environnement. C'est d'ailleurs pourquoi, en 1979, il est proclamé "patron des écologistes".
Après sa mort, l'Église le reconnaît comme "saint", c'est-à-dire comme un homme dont les vertus peuvent être un exemple pour tous : aimable, pacifique, pieux, humble, fraternel, juste. Depuis le 13ème siècle, des milliers d'hommes et de femmes (la famille franciscaine) suivent ses traces en se laissant inspirer par son style de vie. C'est donc dire que même huit siècles plus tard, François d'Assise a encore quelque chose à dire à nos sociétés à travers des hommes, des femmes, à travers nous, à travers toi..

São Francisco de Assis: santo dos pobres e protetor dos animais
Data de comemoração: 4 de Outubro
Festa popular : no segundo domingo de agosto

São Francisco de Assis nasceu na cidade de Assis, na Itália, em 1181. Filho de um rico comerciante de tecidos, Francisco Bernardone, nome de batismo, tirou todos os proveitos de sua condição social vivendo entre os amigos boêmios. Tentou como o pai seguir a carreira de comerciante, mas a tentativa foi em vão.
Sonhou então, com as honras militares. Aos vinte anos, alistou-se no exército de Gualtieri de Brienne que combatia pelo papa, mas em Spoleto teve um sonho revelador.
Foi convidado a trabalhar para "o Patrão e não para o servo". Suas revelações não parariam por aí. Em Assis, o santo dedicou-se ao serviço de doentes e pobres. Um dia do outono de 1205, enquanto rezava na igrejinha de São Damião, ouviu a imagem de Cristo lhe dizer: "Francisco, restaure minha casa decadente". O chamado ainda pouco claro para São Francisco foi tomado no sentido literal, e o santo vendeu as mercadorias da loja do pai para restaurar a igrejinha. Como resultado, o pai de São Francisco, indignado com o ocorrido, deserdou-o.
Com a renúncia definitiva aos bens materiais paternos, São Francisco deu início à sua vida religiosa, "unindo-se à Irmã Pobreza". Fundou a Ordem dos Frades Menores, que em poucos anos se transformou numa das maiores da Cristandade. Fundou, com Clara de Assis, o ramo feminino da mesma Ordem. Para os leigos que viviam no mundo, mas desejavam ser fiéis ao espírito de pobreza e participar das graças e privilégios da espiritualidade franciscana, fundou a Ordem Terceira.
A devoção a Deus não se resumiria em sacrifícios, mas também em dores e chagas. Enquanto pregava no Monte Alverne, nos Apeninos, em 1224, apareceram-lhe no corpo as cinco chagas de Cristo, no fenômeno denominado "estigmatização". Os estigmas não só lhe apareceram no corpo, como foram sua grande fonte de fraqueza física e, dois anos após o fenômeno, São Francisco de Assis foi chamado ao Reino dos Céus.
O amor de Francisco tem um sentido profundamente universalista. Ninguém como ele irmanou-se tanto com todo o universo: foi irmão do sol, da água, das estrelas, das aves e dos animais. O "Cântico ao Sol", em que proclama seu amor a tudo que existe, é uma das mais lindas páginas da poesia cristã. Canonizado em 1228 por Gregório IX, sua festa é celebrada a 4 de outubro
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# Posté le mardi 31 mai 2005 04:30

Modifié le jeudi 27 septembre 2007 19:48

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Freguesia de Moledo
Concelho de Casto-Daire
Districto de Viseu
Portugal

# Posté le mardi 31 mai 2005 04:34

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# Posté le mardi 31 mai 2005 04:34